sábado, janeiro 28, 2006

Mais testes e definiões




















ACCORDING TO YOUR ANSWERS,
The political description that
fits you best is...
.
LIBERAL

LIBERALS usually embrace freedom of choice in personal
matters, but tend to support significant government control of the
economy. They generally support a government-funded "safety net"
to help the disadvantaged, and advocate strict regulation
of business. Liberals tend to favor environmental regulations,
defend civil liberties and free expression, support government action
to promote equality, and tolerate diverse lifestyles.

The RED DOT on the Chart shows where you fit on the political map

http://www.theadvocates.org/quiz.html

sexta-feira, janeiro 27, 2006

quinta-feira, janeiro 26, 2006

Absolutamente em minoria



















Your Score

Your scored -4.5 on the Moral Order axis and 0.5 on the Moral Rules axis.
Matches
The following items best match your score:
• System: Socialism
• Variation: Moral Socialism
• Ideologies: Social Democratism
• US Parties: Democratic Party
• Presidents: Jimmy Carter (96.88%)
• 2004 Election Candidates: Ralph Nader (93.01%), John Kerry (87.12%), George W. Bush (51.49%)
Statistics
Of the 148628 people who took the test:
• 1.4% had the same score as you.
• 33.7% were above you on the chart.
• 54.5% were below you on the chart.
• 77% were to your right on the chart.
• 16.2% were to your left on the chart.

In:http://www.moral-politics.com/xpolitics.aspx?menu=Home

(via Bomba Inteligente)

Retrospectiva de uma eleição

Sábado, Setembro 10, 2005
Por que será Cavaco o próximo PR?

Ao contrário do putativo candidato a PR, Professor Cavaco, eu tenho muitas dúvidas e engano-me com alguma frequência, tal como já aqui referi por mais de uma vez. Mas, se não estou de novo enganado, o próximo PR será o Professor Cavaco. Muito desejaria eu que assim não fosse pois, como também já aqui escrevi, votarei Soares. Considero que a ideia de Cavaco como PR é um equívoco e, apesar de não partilhar da sua visão do mundo, preferia mil vezes vê-lo como ministro das finanças (para o que julgo reunir competências indiscutíveis) do que como PR. Mas julgo, também, que o povo português, crispado, desiludido, deprimido como anda e parco em cultura política, como sempre andou, votará maioritariamente em Cavaco. (i) Porque acredita no mito de D. Sebastião. (ii) Porque pensa que as bibliotecas não fazem falta, mas perceber de finanças é fundamental mesmo para se ser PR. (iii) Porque não gosta do gesto daqueles que retornam em busca do poder que outrora já detiveram. (iv) Porque encontrando-se em situação de acentuada crise e algum desespero, não é da bonomia [Soares é fixe] que outrora via em Soares que esse povo agora espera, mas antes - como se ouve tantas vezes na rua - de alguém com "mão de ferro", como julga ser o caso de Cavaco. Acresce que, desta vez, não há a mínima hipótese de se repetir o incidente da Marinha Grande que deu a vitória a Soares há vinte anos, quando um militante comunista ali agrediu o então arqui-inimigo do PCP. Por via de regra os portugueses (militantes comunistas incluídos) não maltratam os idosos. Ora, agora Soares já goza desse estatuto, pelo que aqueles que acreditam no volte face das sondagens não poderão contar com os efeitos perversos (em sentido favorável) desse gesto agressivo pois, passados vinte anos, não acredito que alguém volte a ter o despautério de sequer beliscar a face de Mário Soares. Esse estatuto senatorial que os portugueses reservam para os idosos inactivos, aos quais falam mais alto, com condescendência e passando a mão pelos respectivos cabelos brancos, correrá contra Soares e, inversamente, beneficiará Cavaco que julgarão ainda merecedor de uma derradeira oportunidade.

segunda-feira, janeiro 23, 2006

Para memória

Nos próximos dias republicarei alguns posts aqui inseridos, nos últimos meses, a propósito desta eleição.

Notas soltas sobre os resultados eleitorais

1. Por 0,6% se perde, por 0,6% se ganha. Parabéns aos cavaquistas e adesivos. Representam metade (mais 0.6% e não os 60% almejados) dos eleitores nacionais.

2. Mas em determinado momento nas hostes da SIC temeu-se o pior. Por pouco não se garantia a eleição à primeira volta. Caso não se tenha reparado a previsão da RTP foi mais "sensata". Sondagens são bastante mais do que previsões astrológicas revestidas de um discurso pseudo-científico. O profissionalismo de Pedro Magalhães está de parabéns.

3. A campanha e a noite eleitoral de Cavaco foi coisa feita por profissionais. Nem um só pormenor deixou de ser pensado. Porque gosto de profissionalismo, parabéns.

4. A.J.Jardim diz que uma maioria de portugueses de bom senso deu a vitória a Cavaco (ex senhor Silva). Se foram só pessoas de bom senso a votar Cavaco isso dá-nos a garantia que Jardim não votou Cavaco (como seria de esperar, aliás...). O vice-rei da Madeira perdeu.

5. O que Sócrates fez a Alegre na noite das eleições foi uma coisa muito feia que não é expectável da parte de um profissional do ramo. Pequenos erros que, por vezes, trazem grandes prejuízos.

6. Marques Mendes e Ribeiro e Castro bem tentaram pôr-se em bicos de pés e cavalgar a vitória de Cavaco mas, tal como já aqui escrevi, esta vitória ser-lhes-á mais desfavorável do que se possa imaginar. Veremos.

7. Alegre fez mossa no PS, em Soares, no Bloco e em Louçã, mas nem beliscou Cavaco pois não impediu a sua eleição à primeira volta. Fica numa posição muito ingrata para poder retirar qualquer vantagem política do resultado que obteve.

8. E o Luís Delgado tinha motivos para tantas certezas, por 0.6%...

domingo, janeiro 22, 2006

Everybody Knows

Não houve milagre como já toda a gente sabe. Vêm aí tempos complexos...
(mudou a música...na grafonola ao lado...e no país...)

Everybody knows that the dice are loaded
Everybody rolls with their fingers crossed
Everybody knows that the war is over
Everybody knows the good guys lost
Everybody knows the fight was fixed
The poor stay poor, the rich get rich
That's how it goes
Everybody knows
Everybody knows that the boat is leaking
Everybody knows that the captain lied
Everybody got this broken feeling
Like their father or their dog just died

Everybody talking to their pockets
Everybody wants a box of chocolates
And a long stem rose
Everybody knows

Leonard Cohen

Waiting for the miracle

Nothing left to do ...

When you've fallen on the highway
and you're lying in the rain,
and they ask you how you're doing
of course you'll say you can't complain --
If you're squeezed for information,
that's when you've got to play it dumb:
You just say you're out there waiting
for the miracle, for the miracle to come.

Leonard Cohen

(como diz a bomba inteligente, a tocar na grafonola ali ao lado)

sábado, janeiro 21, 2006

There are no little secrets

Quando a bola bate no cimo da rede, por momentos fica suspensa num ponto de não retorno, sem que se saiba para que lado vai cair. O lado do campo onde pode cair é completamente fruto do acaso, contudo não é indiferente nas suas consequências pois pode fazer a diferença entre a vitória e a derrota, entre tudo e nada.

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Ah !

Questionado, pelo repórter, por apenas ter estado duas vezes presente na campanha do seu candidato, Sócrates, como se desconhecesse que Marques Mendes e o líder do "outro partido" foram proibidos de aparecer na campanha, retorquiu:

-Ah! E agora pergunto-lhe eu, conhece algum lider partidário que tenha estado mais vezes do que eu nesta campanha em apoio do seu candidato?

Pois eu conheço dois: Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã.

Um homem sem dúvidas

Em Portugal há uma pessoa que tem a certeza que Cavaco ganha à primeira volta: Luís Delgado. Como o próprio afirmou hoje na SIC-N.

O ridículo não tem fim

Como é possível que o PGR insista na afirmação de que se há fugas ao segredo de justiça, os culpados são os jornalistas e os jornais que publicam a respectiva informação e ninguém lhe pergunte como é que a informação sai do seu lugar (os tribunais, a PGR, o MP, a PJ) para os jornais?

Será que o PGR quer que acreditemos que a informação tem pés e sai sozinha daqueles lugares para os jornais, ou pretende antes que acreditemos que na calada da noite os jornalistas assaltam arquivos e retiram deles a informação que depois colocam nos jornais, sem que ninguém se aperceba desses assaltos nocturnos?

Não conheço, logo não existe

1. O PGR esta tarde disse: "se conhece alguma escuta feita ilegalmente diga-me porque eu não conheço". O que o PGR disse foi que não conhece. O PGR não disse que não possa haver escutas ilegais, porém se as há ele não tem disso conhecimento.

2. Em tempos idos, questionado sobre corrupção de fiscais camarários, Jorge Sampaio, então Presidente da CML, também respondeu: "se conhecem algum caso de corrupção digam-me, porque eu não conheço".

3. A realidade não é o que existe mas sim aquilo que dela queremos ter conhecimento.

Anti-americanismo primário

o do famoso canal de TV, a CBS, ao insinuar que ele voltou a beber. Como sabemos ele não precisa de estar ébrio para ser pouco sóbrio.



(cortesia da minha amiga E.)

A ler...

este post de Paulo Pedroso

Ministérios

Há dois ministérios cuja existência, salvo melhor opinião, julgo que não se justifica. Por razões simétricas. Um é o da agricultura, o outro o da cultura. O primeiro porque é maior o ministério do que a agricultura que temos. O segundo porque é maior o exército de agentes culturais do que o ministério que temos.

Um favor que se dispensava (2)

Começo a pensar que o ministro das finanças está mortinho por ter Cavaco como PR. Primeiro foi a atoarda sobre a falência, no prazo de dez anos, do financiamento das reformas. Agora foi o aumento dos combustíveis a três dias das eleições. Pacheco Pereira, que há meses previa a abertura dos cordões da bolsa governamental para amarrar votos nas autárquicas e presidenciais, está em silêncio quanto a estas demonstrações de indiferença do governo à sensibilidade dos barómetros eleitorais. Não admira, pois, que Pacheco já fale de "governo Cavaco" e do "PS como maior partido da oposição". São lapsos que nem Freud explica. Depois digam que "é a vida", mas não se admirem se o pântano vier logo a seguir...

quarta-feira, janeiro 18, 2006

Eu é que sou o presidente da junta...

diz Manuel Alegre sobre quem passa à segunda volta.

terça-feira, janeiro 17, 2006

Prós e Contras sobre a pátria e a alma da nação

Há vinte e cinco anos num café, eu e os meus amigos, todos a rondar os vinte anos, também tínhamos discussões do género. Só não tínhamos notoriedade pública.

segunda-feira, janeiro 16, 2006

O crime fora de horas

Admito que a incapacidade seja minha, mas uma coisa que tenho dificuldade de imaginar é a contabilização das horas extraordinárias da polícia de investigação criminal. Imagino um agente a perseguir um suspeito na A1 entre Lisboa e Porto. Ao chegar ao Porto o relógio marca 17 horas e 30 minutos. De regresso a Lisboa, três horas depois, desloca-se à sede para "picar o ponto"?

Professor Louçã dixit

Francisco Louçã pode dar as voltas que quiser ao embrulho do seu discurso, mas a sua matriz de raciocínio logo o trai, denunciando-o e demonstrando como o economista aspira a um mundo que a história já se encarregou de provar o respectivo embuste:

"Uma empresa feita para dar lucro, logo contrária aos intesesses dos consumidores"...

Na cabeça de Louçã as boas empresas são as empresas feitas para não darem lucro. São essas que são favoráveis aos consumidores.

O termos persistido demasiado tempo neste tipo de falácia é que nos conduziu ao lugar onde agora estamos.

Os vinhos a globalização e o pensamento de Cavaco

Em matéria de vinhos, há alguns muito bons de La Rioja, região do norte de Espanha. Aquele país que o Professor Cavaco tomou recentemente como modelo de referência. Em Portugal temos vinhos excelentes, mas também há para aí grandes zurrapas que não merecem um só ponto de quota de mercado. Mas isso digo eu que não sou nem nacionalista nem militante anti-globalização.

sábado, janeiro 14, 2006

Ser português

Em Portugal quando um cancro corroi diz-se: "é preocupante". Só quando, em consequência, um fígado rebenta é que se diz: "É grave!". Mas, ainda assim, depende do dono do fígado.

sexta-feira, janeiro 13, 2006

A indiferença

Primeiro levaram os comunistas,
mas eu não me importei
porque não era nada comigo.

Em seguida levaram alguns operários,
mas a mim não me afectou
porque não sou operário.

Depois prenderam os sindicalistas,
mas eu não me incomodei
porque nunca fui sindicalista.

Logo a seguir chegou a vez
de alguns padres, mas como
não sou religioso, também não liguei.

Agora levaram-me a mim
e quando percebi,
já era tarde.

Bertolt Brecht

quinta-feira, janeiro 12, 2006

Angie

Quando a terra treme

Os treze tremores de terra que nos últimos dias se verificaram no território nacional preocupam-me de sobremaneira, na medida em que podem ser o prenúncio de um grande terramoto a 22 de Janeiro.

Por que devemos temer a eleição de Cavaco

Ao contrário do que preocupa Vital Moreira, não é o apoio de Cavaco, se for eleito, aos partidos que agora suportam a sua candidatura, que a mim me preocupa. Se bem estou a ver a personalidade em causa, o que temo é que Cavaco venha a conseguir protagonizar, com maior eficácia, as ideias que os partidos que agora o apoiam, defendem, diga-se de passagem, sem grande êxito. Importa não esquecer que Cavaco se sente, de facto, "acima dos partidos" e possui uma visão egocentrada e utilitária da política, dos partidos e do exercício do poder. Uma vez na presidência, esquecerá rapidamente esses apoios partidários e recorrerá a todos os mecanismos que a constituição lhe conceda e a todos aqueles que a constituição não precisa de consagrar, para o exercício do poder de um homem só, a partir da ideia que tem sobre como, e em que direcção, conduzir o país. E essa ideia é a que todos nós já conhecemos.

Um favor que se dispensava

Aquilo que Cavaco não precisava para confirmar o eixo que estrutura a ideia essencial da sua candidatura a Belém, era a afirmação proferida pelo ministro das finanças, a menos de quinze dias das eleições, da hipótese de falência do regime de pensões e reformas num prazo de dez anos. Tal declaração, embora porventura sincera e cheia de bom senso, peca por inoportuna. Bem podia ter ficado para o dia 23 de Janeiro. Assim sendo, apenas veio dar mais uma razão, se razões faltavam, a quem acredita piamente na natureza providencial da candidatura de Cavaco.

ADENDA: A demonstração empírica para este post está aqui. Recolhida certamente num café, esse lugar onde muitos políticos e comentadores deveriam auscultar mais a realidade, para depois a conceptualizarem com maior justeza e proximidade às coisas como elas são.

segunda-feira, janeiro 09, 2006

Who cares?

- Santana Lopes vai dar uma grande (!) entrevista a propósito das presidenciais.
- Por falar nisso, quando cá são seis horas, quantas horas são em Kuala-Lumpur?

Lapsos que dizem tudo...

"Um governo Cavaco será..."

Pacheco Pereira, no programa de Maria João Avillez na SIC-N, emitido a 8/01/06.

sábado, janeiro 07, 2006

Um denso nevoeiro pela manhã

Aos que ainda tinham dúvidas que o eleitorado que decide eleições não vota de acordo com uma racionalidade políticamente informada que, por exemplo, sabe distinguir as competências do governo daquelas do PR, aí estão os resultados. Enquanto antes do Natal e das notícias sobre o agravamento da crise e sobre os aumentos nos preços e os "desaumentos" nos salários, o score de Cavaco rondava os 50% que permitiam alimentar esperanças numa segunda volta, hoje aquele score posiciona-se nos 60%. Como dizia uma jovem mulher na rua, à passagem de Cavaco: "Este homem é que nos vai salvar da crise em que estamos". Nem mais. Cada vez melhor. Não há milagres, mas ainda há quem acredite neles. Esta subida das intenções de voto em Cavaco não é um milagre, é sim uma consequência lógica de vários factores. Já aqui referimos alguns nos últimos meses. A seu tempo a eles voltaremos.

quarta-feira, janeiro 04, 2006

Ilustração

(d)este papel descripto:

"The Letters"

You never liked to get
The letters that I sent.
But now you've got the gist
Of what my letters meant.
You're reading them again,
The ones you didn't burn.
You press them to your lips,
My pages of concern.
I said there'd been a flood.
I said there's nothing left.
I hoped that you would come.
I gave you my address.
Your story was so long,
The plot was so intense,
It took you years to cross
The lines of self-defense.
The wounded forms appear:
The loss, the full extent;
And simple kindness here,
The solitude of strength.
You walk into my room.
You stand there at my desk,
Begin your letter to
The one who's coming next.

Leonard Cohen, Dear Heather

terça-feira, janeiro 03, 2006

Post - Natal

Ainda se ouviam as doze badaladas da transição de ano e já o espírito da quadra natalícia se finara por alguma blogosfera onde se cruzam os maravilhosos universos nacionais do veneno dos jornais e da política. O meu mundo não é deste reino. João de Melo, escritor açoriano, op. cit. com o mesmo título em que o esritor plagiou (embora invertidamente) Jesus Cristo, o qual terá nascido para que todos vós tivésseis, ao menos por uns dias, um interregnozinho em vossos ódios.

United States of Spain

O pior que pode acontecer a um país em prosperidade económica quando quase todos os outros estão em estagnação, ou mesmo retracção, é começar logo a imitar, qual novo rico dos países, os Estados Unidos da América. Veja-se a Espanha a acabar com a siesta e a proibir a cigarrada em bares, restaurantes e cafés.

segunda-feira, janeiro 02, 2006

Quando o cobertor é curto...

1. Obriga-se a restauração a passar factura para aumentar a colecta de impostos mas impede-se que quem fica com a factura a apresente ao Estado, como documento de despesa, para não reduzir a colecta de impostos.

2. Limitam-se os aumentos salariais a 1,5% e aumentam-se os preços dos produtos e serviços básicos, da energia, dos combustíveis e dos impostos sobre o consumo em 2.3%. Consequência: o consumo vai diminuir. Com a redução do consumo a produção não tem escoamento, logo, retrai-se para reduzir perdas. Como o crescimento das exportações é improvável, dada a baixa competitividade das empresas nacionais nos mercados mundiais, o cenário mais que provável é a continuada estagnação da economia e a não criação de riqueza que permita acréscimos nas receitas em impostos para fazer face à crise orçamental.

3. Conclusão: Quando o cobertor é curto, se se cobre a cabeça falta nos pés, se se cobrem os pés falta na cabeça.

domingo, janeiro 01, 2006

Na blogosfera de 2005 (que conheço) gostei...

1. Da escrita singular do Estado Civil, Avatares de Um Desejo, Ma-Schamba e Almocreve das Petas.
2. Da revelação bloguística de Medeiros Ferreira e dos textos assertivos de Joana Amaral Dias.
3. Dos apontamentos atentos à agenda política de Vital Moreira, Paulo Gorjão e dos autores do Tugir.
4. Do bom e sarcástico humor do Jumento.
5. Do estilo de verdadeiro diário online do Um pouco mais de azul e do Monólogo.
6. Do labor dedicado a uma cultura do Rua da Judiaria.
7. Do espírito militante liberal do colectivo de indivíduos do Blasfémias.
8. Da fundamentação empírica (à bom sociólogo) e textos inteligentes dos meus colegas do Canhoto.
9. Do desdobramento de personalidades e diversificação temática tocadas pelo Adufe.
10. Do estilo inovação e bom gosto do Bomba.

A piada do ano 2006

" A TVI é hoje a estação de referência em termos de informação".

José Eduardo Moniz, dia 1 de Janeiro de 2006, no Jornal da Noite da TVI.