quinta-feira, junho 26, 2008

Cohen & Rollins

Portugal, Turquia versus Alemanha

De um lado, o talento, a alma, a vontade de vencer. Do outro lado, a eficácia da acção planeada ao minuto. É pena, não é espectáculo, mas é a vida.

segunda-feira, junho 23, 2008

O espírito santo está em todo o lado

Leio no Jumento (versão inteligente do conhecido animal) que terá lido no DN (e eu confirmo) que um hospital do grupo Espírito Santo, que tem um acordo com a ADSE que proibe a discriminação dos funcionários públicos (o tal acordo que a alegre actual ministra da tutela acha mal que exista), estará a discriminar os ditos funcionários públicos nas suas listas de espera.

E eu que pensava que essa aberração das listas de espera eram privilégios da máquina ineficaz e ineficiente do Estado, no caso, do SNS...

O Espírito Santo não pára de me surpreender. Além do mais, pela sua inegável omnipresença. Depois de Chaparros, (ou Sobreiros?), Angola, pastas pretas do CDS-PP, e outros negócios, também já está nas listas de espera do sistema nacional de saúde. É impressionante...

Acho que já escrevi isto aqui...

Fidel Castro já morreu, só que ainda não lhe deram a notícia. É o problema do isolamento.

Quando eu tinha 60 anos e era um miúdo

Li no Terras do Nunca (versão intimista), que terá lido no Independent (e eu confirmo), que Leonard Cohen disse qualquer coisa como isto:

"Há 14 ou 15 anos, quando eu tinha 60 anos, era um miúdo com um sonho louco. Depois tomei imenso Prozac"

O único problema com os ismos é o passadismo

Hoje no Câmara Clara, uma conversa actual, e inteligente, sobre a questão do feminismo, entre Rui Zink e Irene Pimentel. Enquanto isso, Maria Teresa Horta, uma feminista nada actual, desconhece que o Inimigo Público não é um jornal.

O congresso laranja

Galvanizador e repleto de novas ideias.

terça-feira, junho 17, 2008

segunda-feira, junho 16, 2008

Say Yes to Lisbon


O que mais entristece, nos resultados do referendo ao Tratado da União, é ter vencido o "Say No to Lisbon".

Pensamentos ultra-secretos (2)

O modo vitorioso como o BE e o PCP, pela voz de dois dos seus eurodeputados, reagiram à vitória do Não ao referendo na Irlanda, fez-me pensar: "O que fazem estes partidos num parlamento de uma instituição de cujos objectivos essenciais, e não só de um tratado, ou deste em particular, eles discordam em absoluto?"

Pensamentos ultra-secretos

Ultimamente, dou comigo a pensar: " E se a era do petróleo, isto é, a sua produção industrial, não se tivesse iniciado, como se iniciou, algures em meados do século XIX? Será que o mundo tinha acabado por volta de 1984?"

Cada vez mais Harare

Nos países com democracias modernas existem entidades reguladoras para proteger os direitos dos consumidores e para que o mercado funcione, de forma justa. Em Portugal, as entidades reguladoras parecem existir para proteger as grandes empresas, o Estado que nelas detém uma parte de ouro e os que não pagam as suas contas, sejam empresas da treta com automóvel topo de gama incluido no vencimento, ou consumidores particulares que foram ao crédito por telefone.

Leia-se esta proposta da ERSE!

sábado, junho 14, 2008

Interrupção da emissão normal deste blog

As histórias de fruta e chocolate que envolvem o Fê-Cê-Pê soam a javardice siciliana, mas a postura oportunista do Ésse-Éle-Bê (meu clube), tresanda a lixo napolitano.

Paradoxos das democracias

Três milhões decidiram sobre as vidas de quatrocentos milhões.

sexta-feira, junho 13, 2008

Gaba-te cesto que a vindima ainda nem começou

O Primeiro-ministro regozijou-se hoje com o facto do governo ter resolvido o problema dos protestos face à crise dos preços do combustível em três dias. Eu, no lugar do PM, não estaria tão convencido de ter resolvido o problema. Na verdade, acho que ele ainda nem começou.

Mário Lino e o Custo Zero

A última voz pública que se ouviu dizer que uma iniciativa teria custo zero foi a de Cardoso e Cunha em relação à Expo98. Ora cá está, a Expo98 foi um grande e importante evento em si mesma e pelo que deixou para a cidade e para o país, mas não havia necessidade de dizer que um investimento daqueles seria a custo zero. O problema do custo depende dos proveitos. Se esses superam os custos, para que serve o engodo do "custo zero"? Já o silenciamento dos protestos contra os custos do combustível, não me parece que possa ser considerado investimento, mas um custo que vai custar caro ao país e, como é hábito, ao contribuinte pagante.

quinta-feira, junho 12, 2008

Raça

"É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que ri quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta
Mas é preciso ter força
É preciso ter raça"


Milton Nascimento

sexta-feira, junho 06, 2008